Sobre o blog

Oi oi, boa vida  (:

Feliz que você está aqui. Gratidão por buscar conhecer e trazer sua energia para esse lugar tão especial para mim! Esse é um espaço de expressão verdadeira e autêntica de sentimentos.

 

Ali é um símbolo, a representação.

 

O nome Ali tem origem Árabe e significa “alto”, “nobre”, “sublime”. Tem grande conexão com o mundo espiritual e com a abertura de caminhos, reflete exaltação de virtudes.

 

A peregrinação se refere a uma longa caminhada, viagem, jornada.

 

No meio religioso, a peregrinação pode ser uma caminhada à procura de um santo ou templo. Aqui, não faz referência à uma movimentação física, externa; mas à uma caminhada interna, em busca da nossa verdadeira essência.

 

Ali Peregrina é uma mulher que caminha dentro de si, em busca da iluminação.

 

Esse é o espaço onde essa mulher se expressa, registra seus pensamentos e reflexões, compartilha seus ensinamentos e se expõe ao olhar do outro. Não apenas como forma de se colocar no mundo, isso também. Mas principalmente para exercitar a própria consciência de quem é, de como se constrói e reconstrói a todo instante.

Além, é claro, do desapego. O desapego das várias versões de si que já foram, que já sentiram, que já pensaram e se colocaram, mas já não são mais. Ainda assim, existem. Existem nas folhas do caderno, nas páginas desse blog. Nos pensamentos de muitas das pessoas que já passaram por seu caminho e cruzaram com seu olhar.

 

A memória é importante para saber quem foi, mas o desapego é essencial para se permitir ser quem é.

 

É aqui que eu existo, entre memórias e desapegos. Entre pensar demais e silenciar a mente, a linha entre os dois extremos. Sou movimento, arte. Minhas palavras são, agora, o manifesto divino do meu sentir. São nos sentimentos que elas nascem, crescem e vivem.

Espero que esse lugar possa servir como refúgio e inspiração. Que você consiga também se redescobrir, auto observar e buscar o alinhamento entre pensamento, sentimento e atitude. Se perceba também mutável, desapegue das várias versões que já foi, e as perdoe, desapegue das várias versões que já sentiu, e as aceite. E se permita reconstruir, não sozinha, por mais capaz que seja. Mas em conjunto, em amor, através da arte.

 

Expressar o que sente é a maior atitude de revolução que podemos ter no dia de hoje. Sejamos revolucionárias.

Ali.

Alanna Fontes

Comecei uma caminhada interna para compreender a incompreensão que um dia me disseram ser. O excesso de sentimentos e a necessidade de expressão escorreram pelas folhas do papel.

Hoje, escrevo os passos dessa jornada. Os becos fechados e as paisagens abertas que encontro enquanto passeio pela minha alma. Compartilho aqui os pensamentos, sentimentos e desafios que me aparecem pela estrada.

Se achegue com carinho, vou abrir meu coração. :)

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